sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Propostas e Subornos

A Proposta

Alguns amigos ainda pensam que só gosto de assistir aos filmes de drama ou suspense... Ou que tenho preferência quase que irrevogável por estes. Erraram. Não tenho absolutamento nenhuma objeção quantos às comédias e aos romances, pelo contrário. Adoro. Não tem coisa melhor do que se propor a alguma história descontraida quando você não está tão disposto pra ficar parado durante duas horas ou mais vendo algo sério, ou precisando de um pouco menos de stress. Talvez, confesso, a escolha de um DVD desse gênero entre os demais em uma locadora tem sido um pouco apurada... mas me diga: ultimamente quais gêneros que não têm? Se for uma comédia com atores que evidentemente nasceram também pra isso, num longa -- não precisa nem ser tão original mas -- que tenha inteligência... porque não? Com romance? Sim, daqueles de comédia romântica que com o passar do tempo ficam reprisando pela televisão? Melhor ainda.

A Proposta foi um filme que, como diz no verso da capa, foi capaz de me fazer rir bastante desde o começo. Não é de se estranhar que resolvi pegar esse em especial pra um post. Observação: talvez por eu gostar bastante de atrizes como a Sandra Bullock, Drew Barrymore e outras para comédia posso não ser tão imparcial, mas enfim... Discordo dos que acharam o filme ruim ou mediano. É claro que ele é de um determinado jeito, quando você se propões a assistir já está aceitando implicitamente a esfera dele.

Há bom gosto no longa, não é apelativo. Sandra Bullock aparece perfeita como sempre no papel de uma poderosa editora de livros [Margaret] que se vê entrando numa crise inesperada ao saber que está prestes a ser deportada para o país-natal, o Canadá. Apesar de ser um tanto abusiva e tecnicamente não se importar com nenhum ser humano que cruze seu caminho dizendo um Bom Dia, Bullock cativa o público conseguindo equilibrar esse choque de temperamentos quando precisa da ajuda de seu assistente para uma das maiores farsas de sua vida. A proposta aturdida de casamento como solução para os problemas chega inesperadamente e Ryan Reynolds [Andrew], segura o momento de forma exemplar, entrando em total sincronia com seu par.


As coisas podiam parar por ai. Mas claro que não é bem assim. Além do diálogo engraçado [coisas como "eu te deixo arranjar outro emprego antes e depois você conta que pediu demissão" e "prefere virar as costas e sair ou ser gravado pelo celular sendo escoltado do prédio e ter o video naquele site... como chama? Youtube?"] Andrew vê a oportunidade de dar o troco através de pequenas humilhações depois de passar anos sendo perseguido pela chefe. O acordo de ser promovido é apenas uma pequena condição. Afinal, o que ele tem a perder se tudo ir por água a baixo? Só ir preso?


É um filme previsivo quando você mentalmente vai discutindo qual o rumo da trama. Óbvio. O envolvimento dos protagonistas vai aumentando e até lá, entre risos e situações embaraçosas, ambos acabam percebendo tanto quanto você pra onde estão indo. Isso representa algum problema? Se depois de ver a Sandra Bullock cantando hip-hop no meio de uma floresta, oferecendo um cachorro pra uma águia em troca de seu celular que está pelos ares no bico dela, colidindo de encontro com o seu noivo [ambos nus] e caindo no chão..., você responder "sim"... Então... amigo, seu problema pra escolher uma comédia certa é maior que o meu.


Entre Beatles e Contos

Algo involuntário ressurgia na minha mente uns dias atrás. Pairava recorrente e calado. O tempo voava, ou por vezes se arrastava indiferente, mas nada era suficiente pra tirar esse eco silencioso. Não estava ouvindo vozes nem nada do gênero. Ainda. Creio eu. Era algo mais parecido com uma canção. Ver em apenas um dia cinco rapazes em horas distintas trajando uma categórica camiseta The Beatles preta pode ser bem curioso... É, talvez isso tenha desencadeado a estranha sensação. Não, o que flutuava na minha mente não era decerto Here Comes The Sun... parecia-se mais com Here Comes November...

Enfim, resolvi fazer outro post um pouco diferente colocando uma espécie de conto ou sabe-se lá o quê que escrevi sem nenhum intuito há uns tempos atrás. Tentei passar pro português mas a emenda saiu pior que o soneto. Incluo ele, claro, no marcador Rabiscos, alí ao lado. E por favor, desconte qualquer dos erros diversos pelo caminho porque o dono do blog não é nenhum fluente, mas tenta o que pode, não é?

[PS. Acima de tudo não espere muita coesão ou algo do tipo. Há trechos estranhos, eu sei. Pra que sempre essa necessidade de ser coerente? Siga em frente. Se quiser considerar o que eu disse a respeito dos Beatles como o post então tá valendo, hehe, foi verídico.]


Untitled

I felt the surface. That was stone and I was heart. On my own grave I looked impartially at the world with eyes whose man doesn't even care about to stay on it or to leave... going to somewhere else. From the imperfection of the emptiness I found out my ruin. From the whispering silence of the trees around me, I saw that I couldn't quit my torture. What else would be waiting for me? Would be something indeed, more than what my troubled mind could crave for?

Immersed on the inert despair that touched my skin, I felt I needed to walk away without looking behind. To have self-control, without doubt, was never one of my bold virtues, but it would help to think that from the past I hadn't carried anything, at least not physically.

I came from the sharpest endings and thought to the sharpest endings I would return. So foreseeable as it must be, as it has to be. The called eternity is nothing. Just nothing. It is commented, mystified, wished and all... but when you throw yourself into this reality, you see that it represents not even a bit of what they think about. It is you against yourself, and it hurts.

Besides, words lacerated my heart. The voice was so near me that I could sense the warmth of the syllables reaching my ears. The words were wrenched from each other into that surrounding wind and, however much they were totally non-sense, I could discern them. All of them.

Come along little boy, don't refuse to step forward and forth to your own life, let it be the way it has to.

A real scream cut that, making me stare at the bridge aside me.

All I ask of you is that you let me to be with you, share some of your moments, to know that you know I'm there. It's wonderful to see your face each day, see you smiling, see you laughing... you're just the prettiest thing in the whole world and it turns better when I know I can be at your side. I wish it will never disappear.

Another scream followed by a rough windstorm turned my sight towards the leafs at the ground and I found it weird. That wasn't the kind of ground I was habituated to see and the vivid scent of the air spread along that curb was for sure inebriant. The scream got louder and suddenly vanished. A last voice inside me came out.

If we'll do it, we gotta go.

It was raining that day, we were sopping wet... and the memories of that hand abreast of my cheeks while I flew within reveries made me twitch. A tear drop fell.

Music is life, life is poetry, poetry is breathing, breathing is love. That's what I used to call one of the greatest combination in the world. It's not that I do not think this way anymore, sure I do. As a matter of fact, I am thinking right now and this is the reason which I decided to put in words a couple of my real thoughts. Of course, a couple.

When you live the moment, and not just roll over it, you can bet it will be kept on your mind forever. It does not necessarily must be true as long as you feel it is somehow. The point is: you don't have to be afraid of writing, of facing people in front of you, of facing freedom and most of all of facing the deathless silent. And that's what this is all about.

Paulo R. Alt.

sábado, 31 de outubro de 2009

uma noiva e três pais

Conseguir reunir um repertório de uma determinada banda ou cantor e jogar isso em forma de um musical é uma idéia "jóia". Além de fazer sucesso, se for algo realmente bom, o projeto já vem com uma bagagem de fãs interessados e dispostos a embarcar nisso. É indiscutível que a essência de Mamma Mia! não se restringe apenas ao ABBA, mas é totalmente conectado ao carisma explosivo -- ora emocionante, ora engraçado -- de Meryl Streep. O charme ingênuo de Amanda Seyfried não fica tampouco de fora. O filme segue com um ritmo sagaz e traz alegria pra quem assiste, alguns dos inúmeros pontos positivos.

A trilha sonora foi arranjada pelos dois integrantes homens do Abba, Benny Andersson e Björn Ulvaeus, especialmente para o filme. O elenc
o que nunca havia cantado é no mínimo curioso pra essa "especialidade". No bom sentido, sem dúvida. Meryl Streep se esforçou ao máximo para conseguir dar o tom da personagem nas melodias "voláteis" do quarteto sueco dentro do estúdio, chegando também a cantar de verdade [mesmo que com playback no fundo] todas as músicas no momento da gravação. Observe isso na tomada de "The Winner Takes It All" -- entre lenços voando na ventania, a emoção no ar e as montanhas ao fundo -- boa parte de sua reação é mesclada ao som.


Momentos memoráveis não são só estes. A cena "mãe e filha" com a tocante interpretação da canção "Slipping Through My Fingers" entra para o clube. Ainda é possível acompanhar a descoberta dos três outros protagonistas que eles podem ser o pai de Sophie tudo ao som contagiante de "Gimme! Gimme! Gimme!" e "Voulez-Vous" antes do casamento. Chega a parecer um videoclip gigante com um tratamento especial. Todos estão unidos, há liga, empenho. É ó
timo. Fantástico.

Ok, existem algumas partes "isso não precisava". Normal. Não são muitas. Mas nada que atrapalhe o geral na minha opinião.

Cenário dos mares azuis da Grécia... Um tanto de inocência e uma certa quantidade de comédia leve mas inteligente... e uma reviravolta compensadora no foco final para os fãs de Meryl. Resultado? A maior bilheteria no Reino Unido tirando do topo da lista o Titanic que ocupava a posição há dez anos, sendo o DVD mais vendido lá no primeiro dia de lançamento... além de ser o mais vendido de todos os tempos batendo Star Wars.


Meio desnecessário me prender à explicação da sinopse nua e crua ou dizer que fez sucesso nos palcos antes de ir pra versão cinematográfica de 2008, não é? Mais fácil terminar o post com as palavras de alguém que sempre detestou musicais: assista este!


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

GREEN day




"Regrets, I've had a few, but then again, too few to mention.
I did, what I had to do, and saw it
through, without exemption.
I planned, each charted course, each careful step, along the byway
"




Um tempo daqueles que pensam fazerem alguns pensarem. Um tempo pra fazer uma postagem que seja útil. Tempo... Tempo... Se não botar a mão na ma
ssa, ainda que despejando as idéias todas assimétricas na pequena enciclopédia de você mesmo chamada blog, nada aparece sozinho. O nobre tema proposto pelos amigos Jay e Alê do Ká Entre Nós? "VIDA VERDE: Encontros de práticas para uma vida simples, natural e sustentável." Facilmente difícil e vice-versa.

A opinião sincera do autor... hum...,
na brecha bem informal que o They Watch Us me permite
...

Às vezes já é tanta gente falando, e falando quase exatamente do mesmo jeito exaustivo de sempre, que ninguém pára pra pensar "opa, cadê?", sabe? Passou do moralmente afastado para a negligência consentida. No meu modo de ver, por um lado, já existe um determinado tipo de propaganda que já não é mais capaz de fazer um simples cidadão voltar seus olhos pro que vê e pensar que ele até pode não ser o único responsável pelos desastres do mundo, mas... poxa, uma coisa ou outra que faz sempre está errada e mudar isso significa bastante.


Esse... Um dos... Hum... Meu motivo pra entrar no dia do Planeta Verde. Na e
sperança da corrente por meio virtual crescer, fazer a diferença... ainda que possa demorar um pouco. Mas vou poder dizer: estive lá. Estive no primeiro, hehe. E claro, expondo algumas das minhas [entre tantas] revoltas.

Saia na calçada de sua casa. Olhe pra lá... depois olhe pra cá... Vai me dizer que nunca viu um ser queimando os lixos dele num montinho em baixo de alguma árvore? Aquele fogo se alastrando pelas folhagens ao redor, matando flores e/ou trabalhos de outras pessoas que se dedicaram a cultivar aquilo? Ou até mesmo cortando essa árvore e se achando o Superman do bairro? Perceba antes de tudo, no entanto, ironicamente, que a casa dele fica há uns dois quateirões dali. Se o indivíduo não se importa nem com as pessoas, quanto mais com a natureza. É claro, sem contar com aqueles que saem queimado matagais. Sim, queimando. Tenho a vontade insana de um dia perguntar pra algum destes qual a intenção. A redução do trabalho que seria simplesmente cortar ou aparar -- um terreno que provavelmente nem lhe pertence --, compensa mesmo os custos futuros da ignorância?


Apesar de tudo o que mais me entristece é perceber que muitas vezes a ação de "não se fazer" algo contra a natureza tenha que vir necessariamente apartir da idéia do que aquilo pode representar depois, e não propriamente pelo simples fato de você apreciar o verde. Apreciar, se sentir parte daquilo. Uma vontade interior que seja o antônimo da destruição.


"O menino descansava de bruços na grama, o queixo apoiado nas mãos. De repente, sentiu-se invadido por uma percepção exacerbada das raízes e dos caules entrelaçados, uma floresta em microcosmo, um mundo transfigurado de formigas e besouros e até -- embora na época ele não soubesse dos detalhes -- de bactérias aos bilhões no solo, sustentando sileciosa e invisivelmente a economia do micromundo. De repende, a microfloresta de grama pareceu inflar e se unir ao universo, e à mente extasiada do garoto que a contemplava. [...] Em outro tempo e lugar, aquele menino podia ter estado sob as estrelas, fascinado pela Órion, pela Cassiopéia e pela Ursa Maior, com lágrimas nos olhos pela música inaudível da Via Láctea, intoxicado pelo perfume noturno dos jasmins e das solandras num jardim africano. Não é fácil responder por que motivo a mesma emoção levou meu capelão para uma direção e a mim para outra."
Richard Dawkins

Bom, não sei se cumpri,
tenho certeza que fugi do tema, mas tentei ser objetivo

e mais... dizer o que penso.

não conseguia imaginar de outro modo...

Parabéns Ká Entre Nós.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

ESTRANHA Paixão

ALL FLAVOR. NO BITE.

Pessoas que necessitam da ingestão de sangue para viver. A magia do corpo humano não precisa ser entendida, ela funciona do mesmo jeito, queira você ou não. Estar morto é apenas uma diferença. Conviver abertamente com os vivos, outra. Ter uma garrafinha de O-neg sintético pode facilitar mais ainda. [...] Uns estranhamente apaixonados, alguns engenhosamente insanos. Agora misture um pouco de assassinatos inexplicáveis, cenas não tão usuais, suspeitas e mistérios a serem resolvidos apenas no último episódio da temporada. Pronto, você tem um novo nome na televisão.

Desde que a série foi ao ar, em uma época em que vampiros estavam em alta mas nem tanto como agora, True Blood ganhou um destaque gigantesco na internet e na minha estante. Não existia um único forum sem citar os encontros de Sookie e Bill. Quantas pessoas começaram a acompanhar em razão disso? Crepúsculo já havia sido lançado no Brasil, "se não me engano". Vampire Diaries ainda era um livro apenas, "eu acho". Anne Rice só existia nas edições antigas da Rocco e na mente daqueles que ainda se lembravam de Lestat. Talvez a população de Bon Temps dos livros de Charlaine Harris não tenha sido uma invenção única, mas transportá-la para a televisão foi uma investida inteligente da HBO.


Figuras com personalidade, talvez alguns com um linguajar não tão apropriado mas no mínimo engraçado, lotam a temporada. Ame-os ou odeie-os, o convite está nítido. Há um ritmo próprio, aceleradamente compreensível. Talvez uma série que, tirando pelo romance inicial, é necessário um pouco de paciência nos primeiros episódios pra poder entender de fato aonde aquilo está querendo te levar. Não, não é de cara que você percebe. Mas uma coisa, para o simples e humilde autor do blog, é fato: os atores foram bem escolhidos e os episódios que em média duram 55 minutos estão impregnados com qualidade um tanto cinematográfica.

Anna Paquin [por coincidência, a Vampira de X-Men] e Stephen Moyer, casal na vida real também, dão vida ao projeto ousado de Alan Ball [criador de Six Feet Under] que já conseguiu mais temporadas aprovadas na bagagem. Não entendeu o ousado? Curiosamente o Prêmio Anatômico Anual do Mr. Skin, que segundo a Wiki "celebra o sexo e a nudez em filmes e na televisão", premiou True Blood em sua 10ª edição como melhor show de TV. O mais interessante de tudo isso? Piadas a parte? A trilha sonora, claro, outro ponto do post.


O CD combina um jazz com country, oldies e rock, bem estilo True Blood que vale a penas ser ouvido. As músicas tocadas em cada final de episódio, selecionadas ironicamente de acordo com o tema, ilustram bem o caráter da compilação. Muitas canções boas foram cortadas do disco original, infelizmente. "Red Eyes and Tears" do Black Rebel Motorcycle Club e "Cold Ground" do Rusty Truck são duas. A faixa em destaque definitivo vai para a música tocada na inusitada abertura [uma das melhores pra mim], Bad Things, pela voz peculiar de Jace Everett.

> PLAY_list

01. Bad Things - Jace Everett

02. Bleed 2 Feed - CC Adcock and The Lafayette Marquis
03. Lake Charles - Lucinda Williams
04. Give It Up - Lee Dorsey
05. Swampblood - Th' Legendary Shack*Shakers
06. Play With Fire - Cobra Verde
07. Just Like Heaven - The Watson Twins
08. Christine's Tune [a.k.a. Devil in Disguise] - The Flying Burrito Brothers
09. Two - Ryan Adams
10. Strange Love - Slim Harpo
11. From a Whisper to a Scream - Allen Toussaint
12. I Don't Wanna Know - Dr. John
13. The Golden State - John Doe feat. Kathleen Edwards
14. Bones - Little Big Town



Na playlist acima, entre algumas embaladas por um grunge diferente, por vezes até meio folk, ainda é possível encontrar nomes como Ryan Adams em "Two", C.C. Adcock em "Bleed 2 Feed" e duetos como em "The Golden State" com John Doe e Kathleen Edwards.

PS. Em Portugal a série ganhou o nome de SANGUE FRESCO.




domingo, 18 de outubro de 2009

A Busca de um Neurótico

Noite chuvosa... Madrugada de livros, conversas e música... Manhã ensolarada... Eis que o blog amanhece magistralmente de cara nova. Não sei se vão gostar ou não mas eu realmente precisava trocar o antigo. Nesse o texto fica mais alinhado, espaçado. Demorou um pouco pra achar um novo look pro espaço. É, talvez um tanto a mais do que deveria devido a neurose do dono. Mas mudanças são sempre bem-vindas, não são? Agradeço a paciência e ajuda do meu amigo Cristiano do blog Apimentário. Depois de 7 meses na estrada o They Watch Us, mesmo na primeira temporada, sofre modificações, hehe.

Entre outras tarefas aproveitei pra revisitar todos os posts e editar os temas, os que você encontra etiquetados ai ao lado nos marcadores. Pensei que ia ser um tanto maçante, tinha certeza disso. Mas não foi, muito menos cansativo. Entre um copo de água e outro, foi bem interessante rever quantas mudanças já teve mesmo sem eu perceber. Por outro lado sempre é difícil definir o que é uma coisa ou o que é outra. Ou mesmo se você, quem sabe, vai pretender inserir mais. Conexões que deixam qualquer um louco.

Mais mudanças além dessa? Só vendo.